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O tesouro de Helena de Tróia

No dia 14 de junho de 1873, após dois anos de trabalho, Schliemann encontrava-se perante um fabuloso tesouro de 8700 objetos de ouro, taças, vasos e braceletes, o mais precioso dos quais era um diadema feito de 16 000 peças de ouro maciço.

Com lágrimas de alegria nos olhos, coroou a sua mulher com o diadema, abraçou-a e exclamou: «Querida, este é o momento mais belo das nossas vidas. Estás a usar a coroa de Helena de Tróia.»

Era um momento de apoteose. Mas Schliemann laborava em erro. A cidade enterrada que descobrira não era Tróia, mas outra mais antiga ainda. E o diadema, que datava aproximadamente do ano de 2300 a.C., pertencera a outra princesa que vivera mais de 1000 anos antes do nascimento de Helena.

Sabe-se atualmente que a Tróia de Homero foi destruída cerca de 1250 a.C. e que Schliemann passara sobre as suas cinzas enquanto os seus homens escavavam 57 estratos arqueológicos.

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