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Síndone de Turim

Há mais de 400 anos que o Santo Sudário é a jóia de Turim (no norte de Itália), onde chegou em 1578. A partir de 1694, ficou guardado (com breves interrupções) na Capela do Santo Sudário da Catedral.

Obra de Guarino Guarini (1624-1683), é uma obra-prima do Barroco italiano, construída posteriormente ao templo (especificamente para albergar a relíquia), erguido durante o reinado de Carlos Manuel I de Saboia (1562-1630).

A Síndone permanece oculta num altar em forma de caixa, de ouro resistente ao fogo. Está sempre por detrás de um vidro, e tapada por uma cortina azul a maior parte do tempo. É possível admirar uma réplica. Quando é exibida (ostensão), surge dentro de uma caixa de vidro climatizada e à prova de bala.

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