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Exploring the fascinating world of Etel Adnan: 7 intriguing facts

Etel Adnan, a Lebanese-American poet, essayist, and visual artist, has left an indelible mark on the world with her profound creativity and unique perspective. Here are seven captivating facts about this remarkable individual:

1. Multifaceted Talent: Adnan is a polymath, excelling in multiple artistic disciplines. She is celebrated for her poetry, paintings, and essays, each showcasing her distinctive voice and perspective. Her ability to express herself across different mediums has earned her widespread acclaim.

2. Literary Legacy: Despite being primarily known as a visual artist, Adnan's literary contributions are equally significant. Her poetry is characterized by its lyrical beauty and profound insights into themes such as identity, exile, and the human condition. Adnan's literary works have been translated into numerous languages, garnering international recognition.

3. Political Engagement: Adnan's work is deeply influenced by her experiences of political turmoil and conflict in the Middle East. Throughout her life, she has been actively engaged in advocating for peace, justice, and the rights of marginalized communities. Her art and writing often serve as powerful vehicles for social commentary and activism.

4. Geographic Inspiration: The landscapes of Adnan's native Lebanon and her adopted home of California frequently feature in her work. The vibrant colors, rugged mountains, and shimmering seas of these regions serve as constant sources of inspiration for her paintings and writings. Adnan's connection to the natural world is palpable in her art, reflecting a deep reverence for the environment.

5. Spiritual Exploration: Adnan's creative journey is also intertwined with her spiritual beliefs. Raised in a Christian household, she later embraced Sufism, a mystical branch of Islam. This spiritual dimension infuses her work with a sense of transcendence and contemplation, inviting viewers and readers to reflect on the interconnectedness of existence.

6. Late Recognition: Despite her immense talent, Adnan did not achieve widespread recognition until later in life. It was not until her seventies that she began to gain international acclaim as both an artist and a writer. This delayed recognition serves as a testament to the enduring power of artistic expression and the importance of perseverance in the face of adversity.

7. Continued Influence: Adnan's influence extends far beyond the realms of art and literature. Her fearless exploration of identity, politics, and spirituality has inspired countless artists, writers, and activists around the world. As a trailblazer for women and marginalized voices in the arts, Adnan's legacy continues to resonate with audiences across generations.

In conclusion, Etel Adnan's life and work are a testament to the transformative power of art and creativity. From her multidimensional talent to her unwavering commitment to social justice, she remains a towering figure in the cultural landscape, inspiring generations to come.

Google celebra o Flat White com um Doodle

Para levar ou para ficar? O Doodle animado de hoje celebra o flat white, a adorada bebida de café com leite vaporizado derramado sobre um shot de espresso.

Muita gente acredita que a bebida surgiu na Austrália e Nova Zelândia durante a década de 1980, quando começou a aparecer em menus de Sydney e Auckland praticamente ao mesmo tempo. Tradicionalmente servido em uma xícara de cerâmica, o flat white é feito com um shot de espresso coberto por leite vaporizado e uma fina camada de microespuma. Sendo "mais flat" que um cappuccino ou latte, o flat white é popular entre apreciadores de café que preferem menos espuma. Frequentemente, baristas exibem suas habilidades e criam lindas artes com o "pour" (técnica de servir), algo comum em muitos cafés da Austrália e Nova Zelândia.

A cultura do café mudou muito ao longo dos anos, e o modo de preparar o flat white também. Antigamente feito com leite integral, hoje é comum ver australianos e neozelandeses pedindo-o com leite vegetal - o leite de aveia está ganhando cada vez mais fãs!

Desde então, o flat white se espalhou pelo mundo, conquistando fãs e se tornando um favorito em muitos países. Independentemente de sua origem, os amantes de café em todo o mundo concordam que é a bebida ideal para começar a manhã ou te dar um gás à tarde!

A mudança de hora: um ritual anual no último domingo de março

A mudança da hora, um evento marcante em muitos países à volta do mundo, é um ritual anual que ocorre no último domingo de março em grande parte da Europa e noutras regiões que observam o horário de verão. Este fenómeno, também conhecido como "adiantamento do relógio" ou "hora de verão", tem sido objeto de debate e discussão ao longo dos anos, com argumentos a favor e contra a sua continuidade.

A mudança da hora tem as suas raízes históricas numa tentativa de maximizar a utilização da luz natural durante os meses mais longos do verão. A ideia é simples: ajustar os relógios em uma hora, avançando no tempo, durante a primavera e o verão para que as pessoas possam desfrutar de mais horas de luz solar durante o dia. Isso, teoricamente, reduziria o consumo de energia elétrica ao reduzir a necessidade de iluminação artificial durante as tardes e noites.

Os defensores da mudança da hora argumentam que ela traz uma série de benefícios, incluindo economia de energia, aumento da segurança nas ruas durante as horas de luz, e até mesmo benefícios para a saúde, como melhor qualidade do sono e redução do stress. Além disso, setores como o turismo e o comércio podem beneficiar do horário de verão, já que as pessoas tendem a sair mais e gastar mais tempo ao ar livre durante as noites mais longas e quentes.

No entanto, a mudança da hora não está isenta de críticas. Algumas pesquisas sugerem que os benefícios energéticos podem ser mínimos ou até mesmo inexistentes, e que os efeitos sobre a saúde, como distúrbios do sono e aumento do risco de acidentes de trânsito, podem superar quaisquer vantagens percebidas. Além disso, há o incómodo de ter que ajustar os relógios manualmente duas vezes por ano, o que pode causar confusão e perturbar a rotina das pessoas.

Nos últimos anos, houve um aumento no debate sobre a relevância e a necessidade da mudança da hora. Alguns países, como a União Europeia, têm considerado abolir o horário de verão devido a preocupações com a sua eficácia e impacto na saúde e no bem-estar das pessoas. Outros países, no entanto, permanecem firmemente comprometidos com a prática, citando seus supostos benefícios económicos e sociais.

Independentemente das opiniões divergentes, a mudança da hora continua a ser um evento regular que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Enquanto as discussões sobre a sua relevância e eficácia continuam, é provável que esse ritual anual persista por algum tempo, pelo menos até que uma alternativa mais satisfatória seja encontrada.

Em última análise, a mudança da hora é mais do que apenas uma alteração nos relógios; é um reflexo das complexas interações entre a sociedade, o meio ambiente e as políticas governamentais. À medida que avançamos no tempo, é importante continuar a avaliar criticamente os prós e os contras dessa prática e buscar soluções que atendam às necessidades e preocupações de todos os envolvidos.

La incomparable Lola Beltrán: la voz inmortal de México

En el vasto panorama de la música mexicana, una figura resplandece con una luz única y eterna: Lola Beltrán, la incomparable diva de la canción ranchera. Con su voz poderosa y emotiva, Beltrán conquistó corazones y dejó una marca indeleble en la historia musical de México.

Nacida el 7 de marzo de 1932 en Rosario, Sinaloa, Lola Beltrán demostró su talento desde temprana edad. Su voz, con una riqueza tonal y una profundidad emocional excepcionales, pronto capturó la atención de los aficionados a la música ranchera. Con su estilo único y su carisma innegable, se convirtió en una de las intérpretes más queridas y respetadas de su tiempo.

La carrera de Lola Beltrán se caracterizó por una impresionante versatilidad. Desde las canciones más alegres y festivas hasta las baladas más melancólicas, Beltrán podía transmitir una amplia gama de emociones con una autenticidad incomparable. Su capacidad para conectar con el público la convirtió en una verdadera leyenda viva, y su legado perdura hasta el día de hoy.

Entre los éxitos más memorables de Lola Beltrán se encuentran "Cucurrucucú Paloma", "Paloma Negra", "El Rey", y "Si Dios me quita la vida", entre muchos otros. Cada canción era una obra maestra en sí misma, imbuida del poder y la pasión que solo Beltrán podía ofrecer. Su interpretación única y su estilo inconfundible la distinguieron como una de las grandes voces de la música mexicana.

Pero el impacto de Lola Beltrán trasciende la mera música. Como símbolo de la cultura mexicana, Beltrán representaba la esencia misma del país: su pasión, su vitalidad y su profundo amor por la vida. Su influencia se extendió más allá de las fronteras de México, llegando a audiencias de todo el mundo y dejando una huella imborrable en la historia de la música latina.

A lo largo de su carrera, Lola Beltrán recibió numerosos premios y reconocimientos por su contribución a la música y la cultura mexicanas. Su voz sigue siendo una inspiración para generaciones de artistas, y su legado perdura en cada nota de música ranchera que se escucha en todo el mundo.

En conclusión, Lola Beltrán fue mucho más que una cantante. Fue una leyenda, un ícono cultural y un tesoro nacional. Su voz resonará para siempre en los corazones de quienes la amaron y la admiraron, recordándonos que, en el mundo de la música, hay voces que nunca mueren.

Taos Amrouche: une voix puissante de la littérature Kabyle

Taos Amrouche, née en 1913 à Tunis et décédée en 1976 à Saint-Michel-l'Observatoire, fut une écrivaine, chanteuse et intellectuelle d'une grande importance dans le monde de la littérature kabyle et francophone. Son héritage culturel et son engagement pour la préservation de la langue et de la culture berbère en ont fait une figure emblématique.

Fille de Fadhma Aït Mansour Amrouche, poétesse kabyle reconnue, et sœur de Jean Amrouche, également écrivain et poète, Taos Amrouche a grandi dans un milieu où la poésie et la musique traditionnelles berbères occupaient une place centrale. Cette immersion précoce dans la richesse de la culture berbère a profondément marqué son œuvre ultérieure.

Son premier ouvrage majeur, Jacquou le Croquant, publié en 1961, est une autobiographie romancée qui retrace son enfance et son adolescence en Kabylie. À travers ce récit, Taos Amrouche offre un témoignage poignant sur la vie quotidienne, les coutumes et les croyances de son peuple, tout en mettant en lumière les luttes et les souffrances des populations kabyles sous le joug colonial français.

Mais c'est surtout avec son recueil de poésie Le Grain Magique (1966) que Taos Amrouche a su conquérir les cœurs des lecteurs francophones. Dans ces poèmes, elle explore les thèmes de l'amour, de la nature et de la quête identitaire, tout en faisant résonner la musicalité de la langue berbère à travers ses vers.

Parallèlement à son œuvre littéraire, Taos Amrouche a également mené une carrière de chanteuse, interprétant les chants traditionnels kabyles avec une voix envoûtante. Ses enregistrements, aujourd'hui considérés comme des trésors de la musique berbère, témoignent de son engagement à préserver et à promouvoir le patrimoine musical de son peuple.

Engagée dans la défense des droits des Berbères et dans la promotion de leur culture, Taos Amrouche a joué un rôle crucial dans la reconnaissance et la valorisation de l'identité berbère en Algérie et au-delà. Son influence dépasse largement le domaine littéraire, et son héritage continue d'inspirer les générations futures à revendiquer leur héritage culturel et linguistique.

En conclusion, Taos Amrouche reste une figure incontournable de la littérature kabyle et francophone, dont l'œuvre et l'engagement ont contribué à faire entendre la voix et la richesse de la culture berbère. Son héritage perdure aujourd'hui comme un témoignage vibrant de la vitalité et de la diversité du patrimoine culturel de l'Algérie et de toute la région berbérophone.

Quem foi James Baldwin e porque a Google lhe dedica um Doodle

Este Doodle do Mês da História Negra celebra o escritor e ativista pelos direitos civis americano James Baldwin, lembrado por suas numerosas obras literárias que frequentemente exploravam temas de justiça social.

Baldwin nasceu a 2 de agosto de 1924 na cidade de Nova Iorque. Cresceu em Harlem e ajudou a criar os seus oito irmãos. Como jovem adolescente, seguiu a influência do seu padrasto e tornou-se um ministro júnior numa igreja em Harlem. Também se envolveu na revista da sua escola secundária, onde começou a publicar poemas, contos e peças teatrais. O tempo que passou na revista aprimorou as suas habilidades literárias e solidificou a sua paixão pela escrita.

Na sua adolescência tardia e início dos 20 anos, trabalhou em empregos temporários para sustentar a sua família e, simultaneamente, estabeleceu o objetivo de escrever um romance. Em 1944, o talento de Baldwin como escritor garantiu-lhe uma bolsa, mas encontrou dificuldades em escrever o seu primeiro romance, que acabou por levar 12 anos a ser produzido. Este romance, Vai, Diz-lhes no Monte, é uma história semi-autobiográfica que é agora considerada uma das melhores obras em língua inglesa do século XX.

Aos 24 anos, Baldwin decidiu mudar-se para Paris com outra bolsa. A distância de Nova Iorque permitiu-lhe escrever mais livremente sobre a sua experiência pessoal. Escreveu ensaios como Notas de um Filho Nativo, Ninguém Sabe o Meu Nome e O Próximo Fogo. Suas representações da masculinidade negra na América eram tão poéticas quanto inovadoras, e ressoavam muito além das comunidades negras. Lançou o seu segundo romance, O Quarto de Giovanni, em 1956. O romance foi um dos primeiros a apresentar caracterizações aprofundadas da homossexualidade à cultura mainstream, muito antes do movimento de libertação gay ganhar força.

Nos anos seguintes, Baldwin continuou a escrever ensaios e romances que abordavam de frente as tensões raciais na América. Em 1974, escreveu Se a Rua Beale Pudesse Falar, uma história de amor trágica passada em Harlem. A história foi posteriormente adaptada para um filme vencedor do Oscar em 2018.

Em 1986, Baldwin recebeu a 'Commandeur de la Légion d'honneur', a mais alta ordem de mérito francesa. Continuou a receber inúmeros prémios durante e após a sua vida. No entanto, a influência de Baldwin é muito maior do que qualquer prémio — as suas obras proporcionaram uma representação valiosa para pessoas cujas histórias frequentemente ficavam por contar e inspiraram muitos líderes dos direitos civis que, por sua vez, progrediram na sociedade, impactando gerações.

Obrigado, James Baldwin, pelas tuas enormes contribuições para o cânone literário — a tua voz moldou a forma como abordamos as conversas sobre identidade e justiça social.

Pioneering visionary of cinema: Agnès Varda's impact on the seventh art

Agnès Varda, a trailblazing force in the world of cinema, left an indelible mark on film history through her innovative storytelling and unique cinematic perspective. This article explores Varda's remarkable career, examining her influence on the evolution of filmmaking and her enduring legacy.

Introduction: the essence of Agnès Varda's cinematic mastery

Agnès Varda, often hailed as the grandmother of the French New Wave, brought an unparalleled freshness to the world of cinema. Born on May 30, 1928, in Brussels, Belgium, Varda embarked on a journey that would revolutionize filmmaking and challenge traditional norms.

Early life and influences: shaping a creative mind

Varda's early life experiences and exposure to the arts played a pivotal role in shaping her creative vision. Growing up in a family with a passion for literature and photography, she developed a keen appreciation for visual storytelling. Her early work as a photographer would later translate into a distinctive cinematic style characterized by a keen eye for composition and symbolism.

The birth of the French New Wave: Varda's integral role

In the 1950s and 1960s, the French New Wave emerged as a cinematic movement that rejected conventional filmmaking techniques. Agnès Varda, alongside iconic figures like François Truffaut and Jean-Luc Godard, played a crucial role in defining this movement. Her debut feature film, La Pointe Courte (1955), is often regarded as a precursor to the New Wave, showcasing her penchant for narrative experimentation and exploration of human relationships.

Feminism in focus: Varda's contribution to gender equality in film

Agnès Varda was not only a pioneer in cinematic innovation but also a trailblazer for gender equality in the film industry. Through her lens, she captured the complexities of female experiences and challenged societal norms. Films like Cleo from 5 to 7 (1962) and Vagabond (1985) stand as powerful testimonies to her commitment to portraying authentic and multidimensional female characters.

Documentary as art: Varda's later works

In the latter part of her career, Varda embraced documentary filmmaking as a powerful means of storytelling. Works like The Gleaners and I (2000) showcased her ability to turn the seemingly mundane into profound reflections on life and society. Varda's documentaries not only demonstrated her versatility as a filmmaker but also underscored her commitment to addressing societal issues with compassion and insight.

Legacy and recognition: awards and honors

Agnès Varda's contributions to cinema have not gone unnoticed. She received numerous awards, including an Honorary Academy Award in 2017, making her the first female director to be awarded an honorary Oscar. Her impact on the film industry extends beyond accolades, as her work continues to inspire contemporary filmmakers and cinephiles alike.

Conclusion: Agnès Varda's enduring influence

Agnès Varda's legacy as a visionary filmmaker and a trailblazer for women in cinema remains profound. Her ability to seamlessly blend artistry with social commentary, coupled with her fearless approach to storytelling, ensures her place among the titans of cinema. As we continue to celebrate and analyze her body of work, Agnès Varda's name resonates as a beacon of inspiration for future generations of filmmakers, reminding us that true artistry knows no bounds.

As cores da morte

A morte está associada a diversas cores em sociedades diferentes. No Ocidente é o negro que assinala tradicionalmente o luto, substituído na China pelo branco, a cor que representa a felicidade e prosperidade no outro mundo. Entre os Chineses, que consideram o além-túmulo como uma nova vida de felicidade e prosperidade, o branco sempre gozou de aceitação geral nos funerais.

Os Ciganos costumam vestir-se de vermelho nos funerais, cor que simboliza a vida e energia físicas. O vermelho era também a cor que, no mundo celta, representava a morte e pressagiava o desastre. Para os Muçulmanos, as almas dos justos assumem a forma de aves brancas. Esta ideia estendeu-se à Europa durante a Idade Média, e durante séculos na Inglaterra o branco foi a cor do luto antes da introdução do preto.

Os segredos do taró: a revelação do futuro através das cartas

O taró é um baralho de 78 cartas primorosamente decoradas, que podem ser usadas, tal como as modernas cartas de jogar, para a previsão do futuro e adivinhação. Foram provavelmente introduzidas na Europa pelos Ciganos no século XIV e, embora se desconheça a sua verdadeira origem, crê-se que foram as precursoras das modernas cartas de jogar.

As 78 cartas estão divididas em 2 arcanos (de arcanum, palavra latina que significa «mistério»): o arcano maior, de 22 cartas, e o menor, de 56, que integra 4 naipes, de 14 cartas cada, taças (copas), moedas (ouros), espadas e bastões (paus). Estes naipes representam provavelmente 4 classes da sociedade medieval: taças ou cálices para os clérigos, moedas para os mercadores, espadas para a nobreza e bastões ou bordões para o povo.

Tal como nos baralhos modernos, cada série do mesmo naipe compreende 10 cartas numeradas e 4 com gravuras – valete, cavaleiro, rainha e rei. O arcano maior é formado por cartas com figuras que variam de país para país, representando uma série de símbolos.

Há quem considere o taró um sistema filosófico que envolve a verdadeira natureza do homem, do Universo e de Deus e acredite na possibilidade de obtenção do conhecimento sobre esses mistérios através do deitar das cartas e da meditação sobre os resultados obtidos, que não obedecem ao acaso, antes pelo contrário são determinados por forças ocultas.

Há várias formas estabelecidas para deitar as cartas, mais popularmente utilizadas para ler o futuro. Uma das mais largamente usadas consiste em baralhar as cartas e dispô-las segundo um esquema conhecido como a 'Árvore da Vida', baseado num antigo símbolo hebraico.

As cartas, voltadas para baixo, são distribuídas por 10 montes de 7, sendo as restantes postas de lado. Cada um dos 10 montes representa um aspecto diferente da vida da pessoa e cada carta tem um significado relacionado com esse aspecto. À medida que cada carta é voltada, o seu simbolismo é interpretado em relação à sua posição no monte em que se encontra: saúde, sabedoria, vida sentimental, etc.

A adoração das cobras-capelo na Índia

A adoração de cobras constitui ainda um aspecto importante da religião popular em muitas regiões da Índia. Um dia por ano – aproximadamente no começo de agosto – celebra-se o festival das serpentes, denominado Naga Panchami (palavras que significam «serpente» e «quinto»), o qual se realiza no 5.º dia do mês hindu de Shravan, que decorre de princípios de julho a princípios de agosto.

Durante esse dia, crê-se que as cobras-capelo, adoradas vivas ou em imagens, não morderão ninguém. Por vezes, os devotos do culto tomam as cobras nas mãos. Os adoradores de cobras também alimentam ritualmente cobras-capelo sagradas, criadas em santuários especiais, e chegam mesmo a deixar leite como oferenda às cobras-capelo selvagens em locais por elas frequentados.